Review - Spartacus: Blood and Sand - The Red Serpent
Esse é o primeiro review de Spartacus: Blood and Sand.

*****Cuidado! Contém Spoilers!*****
Os primeiros 2 minutos.
A série começa com o abrir de olhos de um homem (já vimos isso em algum lugar, não vimos?). Fraco, acorrentado e com medo, ele ouve acima dele sons da arena (a arena onde ele irá tornar-se uma lenda). Dois homens, um gladiador e um condenado à morte, lutam. Essa cena nos indicará como a série irá caminhar e o que ela irá nos mostrar. Movimentos em câmera lenta durante as lutas, sangue jorrando, quase atingindo a lente da câmera, violência, morte, o delÃrio da platéia. Tudo isso assistido e comentado pelos poderosos de Roma, sentados em seus lugares de honra. O nome do episódio é "The Red Serpent" (A Serpente Vermelha) e não é um nome escolhido ao acaso. Vamos ver por quê.O inÃcio.Com a ameaça dos gregos atacando e avançando, Roma pede a ajuda de Trácia. Os trácios unem-se aos romanos, alistando-se nas tropas auxiliares de Roma. Mas primeiro eles querem derrotar e matar os dácios que representam uma ameaça antiga para eles. O acordo é feito: matar todos os dácios.
Antes da partida, Spartacus tem uma noite de amor com sua esposa, Sura. E no dia seguinte, ela lhe conta sobre uma visão ocorrida em seus sonhos: algo a respeito de uma serpente vermelha. Ele amarra na coxa de sua mulher um pedaço de pano para que ela se lembre dele durante a noite e ela, por fim, lhe diz: "Mate todos eles".
A campanha contra os dáciosApós se despedir de Sura, Spartacus coloca seu elmo e vai à batalha. As imagens que se seguem são algo que eu nunca vi em outra série. O efeito da passagem dos dias e das estações enquanto Spartacus caminha e marcha até chegar ao campo de batalha é muito bonito. A cena de luta, no campo de batalha, é uma carnificina. As espadas cortam o ar e os corpos do inimigo. O sangue jorra em abundância. Uma cabeça é cortada e quase bate na lente da câmera (em 3D isso ficaria magnÃfico). Mas algo está errado: onde estão os romanos? No fim, quando há poucos dácios para matar, os romanos chegam.
A missão de reconhecimentoSpartacus e outro cara são escolhidos para fazer uma missão de reconhecimento. Enquanto isso Ilytia visita seu marido, Glaber, no acampamento. Glaber está insatisfeito de não obter o devido reconhecimento. Ilytia o "acalma". Temos o primeiro nu frontal. Spartacus descobre que os dácios estão se movendo para atacar o seu povoado. Ele vai até Glaber e o informa.
O acordo é desfeito.Quando amanhece, Glaber ordena que Spartacus e seus companheiros trácios marchem para leste. Mas os dácios estão indo para oeste, em direção ao povoado de Spartacus. Há uma divergência. Spartacus não aceita as ordens de Glaber. Uma luta se inicia. Trácios contra romanos. Glaber está no chão. Morto?
O pesadelo começaO povoado de Spartacus é destruÃdo. Sura não estava lá. Estava colhendo frutas quando alguns dácios a cercam. Spartacus chega na hora e a salva. À noite, eles conversam e Spartacus manifesta o desejo de ter 1.000 homens para enfrentar Roma. Uma cena de amor (ou sexo). Na manhã seguinte Glaber aparece. Rapta Sura e manda Spartacus para morrer na arena, em Cápua.
CápuaAlbinius é o Senador em Cápua. Abre sua casa para os nobres da cidade oferecendo comida, bebida e prazeres sexuais. Informa que no dia seguinte haverá uma apresentação na arena. Trácios irão morrer nela.
A arenaSpartacus é levado para a arena. Lá ele encontra não só um, mas quatro gladiadores. Prontos para matá-lo. Mas antes disso, ele vê seu amigo de batalha ter a garganta cortada. A luta começa. Quatro contra um. A platéia não gosta. Desaprova a idéia. Até para ela, que anseia em ver o sangue ser derramado, é uma covardia. Spartacus começa mal. É derrubado, tem suas costas cortada, apanha. Glaber se regozija. Spartacus está caÃdo. À frente dele, um gladiador com um escudo. Gravado no escudo, imaginem só, uma serpente vermelha. Nesse momento ele houve uma voz. É Sura dizendo: "Mate todos eles". E ele o faz. Transpassa um com a espada, decepa o braço de outro, corta as pernas de mais outro. A platéia vai ao delÃrio, Batiatus sente prazer, afinal, são os gladiadores de Solonius, seu adversário no negócio de gladiadores, que estão morrendo, e Glaber assiste a tudo atônito.
Um problemaSpartacus era para ter morrido. O povo da arena pede que lhe seja concedido o perdão, ou seja, a vida. O senador Albinius está em uma situação difÃcil. Batiatus se oferece em comprá-lo e levá-lo para seu ludus. E assim é feito.